quarta-feira, 22 de junho de 2011

PLC 122 choca até alguns liberais

O deputado federal Jean Wyllys – favorável ao PLC 122/2006 – ficou indignado com algumas afirmações do apresentador de televisão Jô Soares sobre os abusos que este Projeto de Lei gerará por coibir a liberdade de expressão (Cfr. Portal Yahoo Brasil, 14/6/2011).
Em seu Twitter, deputado escreveu que o apresentador da rede Globo “acabou prestando um desserviço com suas intervenções equivocadas nas boas falas de Maria Berenice” – advogada especialista em “direito homoafetivo”, que foi entrevistada no último dia 13 deste mês no programa do Jô Soares. “O comentário final dele (Jô) sobre a homofobia foi tão equivocado e eivado de preconceito…”, comentou o parlamentar.
Na referida entrevista – que se encontra no Portal Globo (13/6/11) -, Jô Soares se mostrou apenas em discrepância com o PLC 122 no que se diz a respeito à liberdade de expressão e aos possíveis abusos que tal Lei favoreceria aos homossexuais, tanto que desejou sucesso à advogada no seu trabalho de combate à homofobia. Mas o apresentador deu um simples exemplo: “um prédio tem um homossexual e o prédio inteiro acha que ele é insuportável, nem mesmo pelo fato que ele é homossexual, esta Lei não pode ser usada para perseguir um condomínio?”
Por aí vemos que o radicalismo do PLC 122 está chocando até mesmo pessoas nitidamente liberais como Jô Soares.

“PADRE PAULO RICARDO, SOBRE O HOMOSSEXUALISMO”


“Padre Paulo Ricardo”
“SOBRE HOMOSSEXUALISMO “
Segue abaixo uma palestra do Padre Paulo Ricardo, respondendo a carta de um homossexual, que luta até o desespero para se livrar desta triste situação. Agora que nossos ministros – sinistros – aprovaram a união civil de casais gays, este tema está bastante em voga. É óbvio que o Brasil inteiro pagará por isso!
Na resposta católica de hoje, gostaria de responder a um e-mail do Gustavo. O Gustavo é homossexual, e gostaria da ajuda da igreja. Ele pergunta: padre Paulo, o que fazer: já tentei de tudo, já tentei relação com mulheres, não adianta. Eu gosto de rapazes. Ele viveu de tudo: tentou ajuda terapêutica, não conseguiu se contentar, viveu em bares, boates gays, não consegue se contentar. Hoje, ele resolveu renunciar ao sexo homossexual e tentar viver a castidade. Porem, no final do e-mail, ele desabafa dizendo assim: não freqüento mais bares e nem tenho amizades. Essa renúncia não me faz feliz. Pelo contrário, deixa-me deprimido, até mesmo com raiva de Deus, que permite esse sofrimento interior. Já partilhei com outros padres, entretanto não obtive êxito nas minhas atitudes. Preciso de sua ajuda.
Antes de tudo, Gustavo gostaria de agradecer a você a confidência e a confiança. E dizer pra você Gustavo, que Deus ama você. E não somente Deus. A igreja ama você. E mesmo sem conhecê-lo, eu quero te dizer: eu também amo você. Irei fazer orações e oferecer sacrifícios por você, para a sua santificação, para que você encontre aquilo que você busca, que é a felicidade.
Ou seja, Gustavo, pra ajudar você, nós precisamos fazer uma reflexão a respeito da felicidade, o que é a felicidade. Você tem tendência homossexual. Mas isso que eu vou dizer pra você vale para qualquer fiel católico. Eu queria que você entendesse que o drama que você vive é semelhante ao drama de todos os outros. Todos os seres humanos. Marcados pelo pecado original, tem sempre um canto de sereia. É. Sim, trata-se de uma tentação, uma tentação perversa, demoníaca, que diz assim: seja feliz. Procure a felicidade aqui na terra.
É buscando esta felicidade que o alcoólatra se embriaga, que o drogado se entorpece, que a prostituta se destrói, que o adúltero acaba com a sua família, que o homossexual mendiga afeto, de relação em relação. É buscando essa felicidade que nós vivemos uma vida de tantas desventuras nessa terra. No entanto, Nosso Senhor não prometeu felicidade pra ninguém aqui. Ele prometeu sim, felicidade no céu. Ele disse: Eu vou preparar-vos um lugar. Na casa do Meu Pai há muitas moradas.
Na casa do Pai, Gustavo, existem muitas moradas porque diversas são as cruzes que cada um tem que carregar. Haverá uma morada para você também. Gustavo, deixa eu dizer pra você, existe um lugar no céu com o teu nome escrito. E eu gostaria que esse lugar não ficasse vazio. Que você chegasse lá, meu filho. Eu gostaria que você chegasse lá. Por isso, vamos nos ajudar mutuamente. Você reza por mim, eu rezo por você. Eu vou caindo por aqui, você cai por aí. Quedas diferentes, é verdade. Sim. Mas é através do cair e levantar-se que nós um dia chegaremos no céu.
A diferença do bom católico para o pecador não é que o católico nunca peca. Mas é que o católico odeia o seu pecado. E eu vejo no seu e-mail, Gustavo, que você tem o coração profundamente católico. Que você odeia o seu pecado. Mas se você odeia o pecado, então, odeie também a mentira que te leva ao pecado. Ou seja, a ilusão. É necessário que você combata esta palavra ilusória do demônio que te promete uma felicidade, com o realismo da cruz. A cruz crava os nossos pés no chão.
Veja, não olhe pro mundo como se fosse um mundo onde todo mundo vive o paraíso e só você, pobre você, desventurado, não consegue o paraíso aqui na terra. Gustavo, em que mundo que você anda? Eu não vejo esse paraíso pra ninguém. Os heterossexuais não vivem nenhum paraíso. Os heterossexuais vivem a dureza do matrimônio, a cruz do matrimônio. O matrimônio não é um paraíso. Eu sempre digo pros casais que vão se casar: meu filho, minha filha, não espere que sua mulher faça você feliz. Não espere que seu marido faça você feliz, porque não vai fazer, ele não dá conta disto! Por quê? Porque a felicidade é no céu. Essa terra, esse mundo que nós vivemos aqui, é um tira-gosto. Sim, tira-gosto é coisa boa. Deus fez esse mundo pra gente vivê-lo e vivê-lo com alegria. Mas essa é somente uma vida, que no evangelho de são João, Jesus chama de bios: é a vida biológica. Mas o que Ele nos promete é uma outra vida, é a vida com V maiúsculo, é zoe, outra palavra em grego. Pra dizer, a vida verdadeira vem lá. Aqui é o tira-gosto, o banquete é lá no céu.
Se nós nos aproximamos de uma mesa de tira-gosto com a pretensão de banquete, sabe qual é o resultado final? Frustração. Sim, porque tira gosto é coisa gostosa na boca, mas pesada no estômago. Você está querendo encher o seu estômago com um tira-gosto muito pesado, Gustavo. Você precisa, ao contrário, entender que esta vida não vai preencher o seu estômago, ou seja, o seu coração; não vai te dar essa felicidade toda que você quer. A vida é boa, bela, bonita, vale a pena ser vivida! Mas ela é marcada pela cruz.
Jesus não prometeu paraíso pra ninguém aqui na terra. O que Ele disse foi: renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. O próprio Catecismo da Igreja Católica nos recorda isso quando fala dos homossexuais e diz que os homossexuais tem um caminho de santificação. Essa é a doutrina que nós encontramos aqui, no Catecismo da Igreja Católica. Pode procurar no índice, lá: homossexualismo. É o que você vai encontrar. Você vai encontrar uma palavra concreta e real da igreja, que diz a você que através do carregar a cruz do dia-a-dia, de amizades desinteressadas, você pode sim alcançar aquilo que todo cristão quer: a santificação. Veja, a igreja quer e pede de todos os seus fiéis a castidade. Existe a castidade dos casados, que devem carregar a cruz. Na vida de um casamento heterossexual, com os seus filhos, onde não encontrarão felicidade perfeita aqui, mas terão que se suportar e se amar mutuamente e se perdoando no dia a dia, para encontrar a felicidade no céu. A igreja pede também de você, que não tem condições de viver o matrimônio, como você mesmo relatou, que você viva a luta da castidade. Lutar. Sim, lute, é possível. É possível, se você cair, levante-se: levante, pare de ouvir o canto da sereia. Pare de ouvir uma palavra mentirosa e substitua isso com ouvir a palavra de Deus. Mas é necessário que seja uma palavra de Deus com os pés cravados no chão. Ou seja, não caia também nesses outros cantos de sereia, de igrejas que prometem paraíso aqui na terra: pare de sofrer, Deus vai resolver todos os seus problemas, você vai fazer um paraíso aqui. Isso não existe, não há paraíso aqui, não há terra sem males nesse mundo. O que existe nesse mundo é a graça de Deus que nos ajuda a ter força moral no dia-a-dia, para combater o mal, dentro e fora de nós, até o último dia.
Então, eu concluo, Gustavo, contando pra você a história de um monge muito sábio. Um dia, perguntaram pra esse monge: escuta, o que é que vocês fazem lá no mosteiro? O que é que vocês fazem lá dentro? O monge então coçou a barba e disse assim: lá dentro, lá, a gente cai, levanta, cai, levanta, cai, levanta, até o dia em que Nosso Senhor voltar. E quando Ele voltar, Ele vai ver que nós caímos e tamos acabando de levantar. E vai nos levantar definitivamente.
Eu tenho certeza que se você perseverar, você verá que as quedas diminuirão. Seja paciente, com você mesmo. Mas é necessário uma vida de ascese, de carregar a cruz do dia-a-dia. Se você rejeitar a cruz, você vai cair no canto da sereia. Mas se você abraçar a cruz e enxergar que a cruz é de todos, que você não é um pobre coitado, a única criatura na terra, que Deus se vingou e jogou uma cruz nas suas costas. Nada disso! A cruz é um mistério. E Deus veio carregar a cruz conosco. Nos não estamos sozinhos. Você não está sozinho, Gustavo. Jesus carrega a cruz com você. E se com Ele morremos, com Ele viveremos no céu. Tem um lugar pra você no céu. Persevere, meu filho, continue. Deus te abençoe. 

link: http://www.youtube.com/watch?v=guhrKTFzlb0
Gentileza Maria Rogado

Fonte: http://reporterdecristo.com/padre-paulo-ricardo-sobre-o-homossexualismo

São Pedro Julião Eymard

 
São Pedro Julião Eymard
1811-1868 Fundou a 
Congregação dos Padres 
do Santíssimo Sacramento e a 
Congregação das Irmãs de Nossa 
Senhora do Santíssimo Sacramento

2 de agostoSão Pedro Julião Eymard
Pedro Julião Eymard nasceu no norte da França, em Esère, no dia 4 de fevereiro de 1811, primeiro filho de um casal de simples comerciantes, profundamente religioso. Todos os dias, sua mãe levava-o à igreja, para receber a bênção eucarística. Assim, aos cinco anos de idade, despontou sua vocação religiosa e sacerdotal.
Mas encontrou a objeção do seu pai. Apesar de muito religioso, ele não concordou com a decisão do filho, porque precisava da sua ajuda no trabalho, para sustentar a casa. Além disto, não tinha condições de pagar as despesas dos estudos no seminário. Diante desses fatos, só lhe restava rezar muito enquanto trabalhava e, às escondidas, estudar o latim. Em 1834, conseguiu realizar o seu sonho, recebendo a ordenação sacerdotal na sua própria diocese de origem.
Após alguns anos no ministério pastoral, em 1839, padre Eymard entrou na recém-fundada Congregação dos Padres Maristas, em Lyon. Nesta Ordem permaneceu durante dezessete anos, chegando a ocupar altos cargos. Foi quando recebeu de Maria Santíssima a missão de fundar uma obra dedicada à adoração perpétua da eucaristia.
Aliás, padre Eymard já notava que havia um certo distanciamento do povo da Igreja. Algo precisava ser feito. Rezou muito, pediu conselhos aos superiores e para o próprio papa Pio IX. Entretanto, percebeu que por meio do Instituto dos Maristas não poderia executar o que era preciso. Deixou o Instituto e foi para Paris.
Lá, em 1856, com a ajuda do arcebispo de Paris, fundou a Congregação dos Padres do Santíssimo Sacramento. E, depois de três anos, a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento. Mais tarde, também fundou uma Ordem Terceira, em que leigos comprometem-se na adoração do Santíssimo Sacramento.
Padre Pedro Julião Eymard foi incansável, viajando por toda a França, para levar sua mensagem eucarística. Como seu legado, além da nova Ordem, deixou inúmeros escritos sobre a espiritualidade eucarística.
Muito doente, ele faleceu na sua cidade natal no dia 1º. de agosto de 1868, com apenas cinqüenta e sete anos de idade. Beatificado pelo papa Pio XI em 1925, foi canonizado pelo papa João XXIII em 1962. Na ocasião, foi designado que a memória litúrgica de São Pedro Julião Eymard deve ser celebrada em 2 de agosto, um dia após o de sua morte.

Fonte: http://reporterdecristo.com/sao-pedro-juliao-eymard-2